Este é um princípio fundamental para a liderança eficaz na economia azul. A semelhança com a designação SPA (espaços de saúde e bem-estar) é pura coincidência.
Promover a economia azul sustentável, reforça todas as estratégias e planos associados ao desenvolvimento sustentável e regenerativo – de cidades, regiões e países. A economia azul sustentável contribui para a edificação de cidades e regiões vibrantes e adaptáveis, onde a vida se revela digna, equitativa e próspera.
O evento Blue Wink-E 2026, organizado pelo B2E Blue BioEconomy CoLAB, surpreendeu tudo e todos, revelando poderosos insights. A Inteligência Artificial e a Inteligência Emocional mostraram a sua exuberância e protagonismo – nos vetores Tecnologia; Dados; e Talento e Liderança.
O Centro de Competência em Economia Azul (C2EA) foi convidado a integrar o Grupo Técnico para as Competências Azuis, no âmbito da Iniciativa WestMED (UE). O Grupo Técnico para as Competências Azuis tem como objetivo reforçar a cooperação regional e o desenvolvimento de competências azuis, educação e emprego na economia azul sustentável, em todos os países do Mediterrâneo Ocidental.
O mundo da inteligência Artificial está a avançar mais rápido do que nunca e o seu alcance é transversal a toda a sociedade e a todas as atividades. A economia azul e as carreiras azuis fazem parte desta história.
Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) e Centro de Competência em Economia Azul (C2EA) lançam 2ª Edição da pós-graduação de Liderança em Economia Azul Sustentável.
O Rio de Janeiro debate, inova e edifica uma economia azul pujante, assente em colaboração e orientada ao desenvolvimento sustentável e regenerativo.
Durante 3 dias, o evento Green Rio / Blue Economy Rio Summit foi palco principal para valiosa partilha de visão e de experiências, tendo recebido mais de 4500 visitantes.
Filipe Pimentel Rações entrevista Álvaro Sardinha e Teresa Cerveira Borges, procurando definir e avaliar a economia azul sustentável. As questões apresentadas – inteligentes e perspicazes – recebem respostas claras e surpreendentes.
Apesar de todas as estratégias e planos de ação desenvolvidos, a economia azul sustentável e regenerativa enfrenta obstáculos – que dificultam a concretização e distribuição do seu valor – pelas comunidades e diferentes partes interessadas e intervenientes. A Estratégia 3E vai ser apresentada no Atlantic Blue Thinking, revelando soluções e caminhos.
Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCT) e Centro de Competência em Economia Azul (C2EA) lançam pós-graduação Economia Azul Sustentável e Regenerativa. A coordenação é assegurada por Álvaro Sardinha, consultor e formador internacional, especialista em economia azul e desenvolvimento sustentável e regenerativo, fundador e CEO do Centro de Competência em Economia Azul (C2EA).
Com apoio da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), o Brasil assinou um protocolo para inserir estudos sobre o oceano nas escolas do país. A literacia do oceano passará a fazer parte do currículo escolar, decisão que torna o país pioneiro no tema, assumindo protagonismo e liderança internacional.
A dessalinização é atualmente considerada uma atividade emergente da economia azul, em paralelo com a biotecnologia azul e as energias renováveis oceânicas. A possibilidade de produzir água doce a partir de água do mar, água salobra ou águas residuais – processo conhecido como dessalinização – constitui uma das possíveis ações para enfrentar o desafio da escassez de água e da (in)segurança hídrica.
O turismo, mais do que muitos outros setores, é altamente dependente da qualidade do ambiente. Porém, e em simultâneo, tem sobre ele determinante impacto. A prevenção da poluição marinha e a gestão de resíduos a bordo de navios, são fundamentais para a concretização de um turismo azul sustentável e responsável.
Os impactos do setor do turismo e viagens estão identificados, assim como os responsáveis pelos mesmos. Mais que turismo sustentável, é tempo de falar de turismo com propósito, inteligente, regenerativo, comunitário – em suma – turismo responsável.
Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) e Centro de Competência em Economia Azul (C2EA) lançam pós-graduação de Liderança em Economia Azul Sustentável. O prazo para candidaturas termina no dia 15 de dezembro.
Os Açores recebem o Programa de Especialização e Liderança em Economia Azul (PLEA) em outubro, numa edição organizada pela Escola do Mar dos Açores (EMA), em colaboração com o Centro de Competência em Economia Azul (C2EA).
O oceano tem dias. Como todos nós. Falamos de dias de celebração, daqueles em que paramos um pouco para pensar e reconhecer a importância dos mares e do oceano, para o suporte da vida no planeta.
Capacitar líderes para a economia azul é um projeto desafiante e ambicioso. Porém, absolutamente necessário. Em particular para um país como Portugal, em que mais de 97% do seu território se encontra coberto por água do mar e cuja Zona Económica Exclusiva (ZEE) equivale a 18,7 vezes o Portugal “terrestre”.