O evento Blue Wink-E 2026, organizado pelo B2E Blue BioEconomy CoLAB, surpreendeu tudo e todos, revelando poderosos insights. A Inteligência Artificial e a Inteligência Emocional revelaram a sua exuberância e protagonismo – nos vetores Tecnologia; Talento e Liderança; e Dados.
Evento incrível! Uma honra e um privilégio fazer parte desta história. Parabéns à equipa do B2E Blue Bioeconomy CoLAB, pela magnífica organização e liderança, em temas fundamentais para o futuro da economia azul sustentável.
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Blue Wink-E 2026 | Ocean AI Futures
No dia 20 de março 2026, no Terminal de Cruzeiros de Leixões, o evento Blue Wink-E 2026 | Ocean AI Futures reuniu uma vasta e valiosa plateia, para debater como a inteligência artificial (IA) está a remodelar a economia azul, evoluindo de um instrumento técnico para uma infraestrutura estratégica.
O Blue Wink-E (Working for INnovation and Knowledge Exchange) reuniu especialistas, investigadores, empresas, inovadores, decisores políticos e investidores – para debater tendências, apresentar casos de sucesso e desenhar estratégias para o futuro da economia azul digital.
O Blue Wink-E 2026 | Ocean AI Futures incluiu várias palestras, uma mesa redonda e um almoço de networking. A mesa-redonda – intitulada “IA no oceano: como escalar a inovação azul” – contou com a presença de João Claro, Presidente do INESC TEC; Álvaro Sardinha, fundador e CEO do Centro de Competência em Economia Azul (C2EA); Kelwin Fernandes, CEO da NILG.AI; e Guilherme Beleza, CEO da blueOASIS. O debate foi magnificamente moderado por Patrícia Gonçalves, responsável de marketing e comunicação do B2E CoLAB.
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Revelados poderosos insights
O evento decorreu num ambiente de elevada energia e colaboração, estimulando a ignição de boas ideias e a partilha de valiosos insights, por parte dos oradores e dos participantes. Resumem-se, de seguida, alguns pontos para reflexão, apresentados por Álvaro Sardinha (C2EA).
A tecnologia, por si só, não garante o sucesso – pode ser utilizada para o bem ou para o mal.
A tecnologia e a inteligência artificial fornecem respostas – porém, quem faz as perguntas certas?
O Big Data é o alimento da inteligência artificial. No entanto, não inclui a Thick Data, derivada da narrativa e intuição humanas.
O TALENTO assume o papel de maestro na orquestra da Inteligência Artificial:
1. Educação: Pensar uma nova escola, onde as perguntas valem mais do que as respostas – aprender a perguntar; desenvolver o pensamento crítico; promover o desenvolvimento interior.
2. Regulamentação: Refletir sobre a ética e definir responsabilidades: Lei Europeia da Inteligência Artificial – Regulamento da UE 2024/1689 sobre inteligência artificial (Artificial Intelligence Act EU – Regulation 2024/1689 on artificial intelligence); Convenção-Quadro Europeia sobre Inteligência Artificial (Europe Framework Convention on Artificial Intelligence).
3.º Liderança: Pensar uma nova escola de liderança eficaz, com inteligência aumentada – um modelo híbrido de inteligência emocional e inteligência artificial.
4. Estratégia: Agenda Nacional de Inteligência Artificial (ANIA); Benchmarking.
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CONCLUSÃO
Sem qualquer dúvida – pessoas, inteligência artificial e robots – vão caminhar juntos. Precisamos que a estrada comum, nos conduza a um bom objetivo – progresso e desenvolvimento sustentável e regenerativo.
Para tal, importa começar pelo fim e fazer a pergunta certa:
– Como poderemos imaginar e construir um melhor planeta?
A resposta é clara e simples:
– Foco na raiz dos desafios – precisamos preparar pessoas melhores!
O B2E Colab publicou um resumo completo e detalhado, sobre a dinâmica e os resultados do Blue Wink-E 2026 | Ocean AI Futures.
